July 26, 2011
Grupo hacker que atacou governo justifica ações como combate à corrupção e transparência com o povo brasileiro

Com o intuito de mostrar ao povo brasileiro a “verdadeira” face do governo brasileiro, sites de órgãos federais foram invadidos pelo grupo LulzSecBrasil, que alega “combate à corrupção e transparência” como motivo dos ataques. O LulzSec é formado por pessoas entre 20 e 30 anos, de vários países, diversas profissões e, após uma reunião com a liderança do Grupo, decidiram abrir uma extensão no Brasil para combater a corrupção e inverdades do governo nacional. “Queremos mostrar para os brasileiros que eles podem e devem mudar este país e acabar com a corrupção que assombra nossa população”, disse o interlocutor do grupo, bile_day, à revista Galileu.

Sites da Petrobrás (www.petrobras.com.br), da Presidência (www.presidencia.gov.br), da Receita Federal (www.receita.fazenda.gov.br) e do Portal Brasil (www.brasil.gov.br) foram invadidos pelos hackers e ficaram alguns minutos fora do ar. O Serpro (Serviço Federal de Processamento de Dados), informou que o Grupo não conseguiu invadir o banco de dados dos sites. Mas não foi o que o grupo LulzSec mostrou em seu Twitter oficial (@LulzSecBrasil). Alguns dados de desvio de verbas e perfis pessoais de parlamentares foram divulgados no microblog.

Na última segunda-feira (25), o Chefe de segurança contra hackers do governo dos Estados Unidos, Randy Vickers, pediu demissão após uma série de ataques a sites do governo americano. Vickers se demitiu de forma repentina, mas a razão específica da demissão não foi informada.

Bile_day ainda informou à Galileu que, apesar de o governo ter dito que eles não tiveram acessos aos dados, eles possuem informações confidenciais e comprometedoras.

É claro que este texto-notícia nos define uma situação esperançosa e ao mesmo tempo duvidosa sobre as reais intenções ou até mesmo sobre o perigo que estes corajosos cidadãos estão encarando para alertar o povo brasileiro. As recentes ações do grupo hacker envolveu a publicação de superfaturamentos, corrupção e até divulgação de alguns dados polêmicos sobre alguns parlamentares que, há alguns anos atrás, por email, programavam lucrar de forma desonesta.

Agora, temos quem lute e defenda os nossos direitos, não apenas com palavras e expressões, mas com providências que afetem e de alguma forma a sociedade.

Tudo só se move quando se sente danificado. Protestos e alertas da população não têm este efeito.

June 7, 2011
Temos olhos por quê e para quê?

Independente de um começo crítico ou mal planejado, quero deixar claro que a situação atual do Brasil, desde que o presidente Lula assumiu o governo, tem se tornado melhor. A economia evoluiu, o custo de vida se tornou mais benéfico e os auxílios para os brasileiros aumentou. Mas, e Brasília? Não sou petista, tucano ou de partido qualquer. Sou apolítico.

Durante todo o processo de evolução econômico do país, a velha e famosa Brasília bem projetada não têm mudado muito. Continua com os problemas de corrupção, os escândalos que estouram a cada mês e a incerteza se o país um dia conseguirá viver sem isso. Às vezes até parecemos meio idiotas escrevendo, falando, criticando sempre o mesmo problema e não vermos mudanças. Mas acho primordial. Primordial bater na mesma tecla, com a intenção de alertar, abrir os olhos e deixar atento quem vota.

Palocci é um cara engraçado. Ou esperto. Engraçado deve ser o PT. Ou será nós, eleitores? Não, nós somos os palhaços. Os palhaços que veem, acompanham e não mudam nada. Vocês ficam sabendo de escândalos desse tipo nos Estados Unidos, por exemplo? No Canadá? Não. Temos olhos para quê?

É só aqui que o problema se torna ainda maior e irreversível, já há muito tempo. É por isso que somos um país de 3º mundo. Estamos nas mãos de governos errados. Todos.

March 30, 2011
O famoso “favorzinho”

O que mais se vê por ai, são políticos promissores, com a famosa “lábia” e muita disposição para ganhar o seu voto, usando verdades ou mentiras. A falta de percepção em não ver, ou não querer desfazer de um hábito favorável individualmente, mas ao mesmo tempo prejudicial à sociedade, é simples: a troca de favores.

O famoso “favorzinho” sempre esteve presente no país. Não apenas em acordos firmados entre partidos e colaboradores, mas também entre o candidato e o eleitor. Promessas de verbas, projetos para a melhoria de um sistema ou de uma comunidade… Todas estas promessas manipulam o indivíduo que, mesmo ficando só na promessa pelo candidato eleito, continua sendo corrompido e manipulado por outros políticos, nos quais prometem absolutamente a mesma coisa e mais uma vez não cumprem. Ainda assim, o povo continua cultivando a esperança de que talvez apareça alguém de caráter, índole e que possa ajudar de verdade e mudar a situação de seu habitual lugar.

Acordo entre partidos políticos e pessoas influentes leva o público mais carente a crer que a política futura será diferente, mas eles esquecem que ali existe a troca de favores e os compromissos partidários com emissoras, empresas e todo tipo de órgão que tenha suporte para dirigir algo que se torne visível pela sociedade. Hoje em dia, também, candidatos não se promovem usando suas qualidades e sim, criticam e atacam o outro candidato, enfatizando somente seus fracassos e erros durante a carreira, seja ela política ou pessoal. Isto também se torna um interesse do povo, mesmo que não seja necessário para que o candidato seja votado e eleito como condutor do órgão, seja ele de boa ou má índole.

December 2, 2010
Terceira Guerra Camuflada

Finalmente o governo brasileiro, o poder militar e o bom senso tomou conta do Rio de Janeiro, mesmo sendo por mal e pela força bruta (como deveria ser). O Complexo do Alemão sempre foi um território tomado pelo tráfico de drogas, a prostituição e o poder paralelo. Isso todo mundo sabe. Mas por quê foram ouvir e agir pela população só agora? Talvez seja uma operação planejada há 2 ou 3 anos…

Existe, com tudo isso, uma terceira guerra camuflada dentro no terrirório brasileiro, onde reina quem tem mais força e não argumentos. Mas isso não foi visto só agora, com a atuação do BOPE, Forças Armadas, Polícia Civil e UPP (Unidade de Polícia Pacificadora) pela ocupação e libertação do Complexo do Alemão do tráfico de drogas. Isso existe desde que a polícia carioca se deixou agredir pelos marginais, desde que preferiu deixar de subir os morros com medo desses homens armados com armamento de guerra produzido pela própria polícia e até pelo exército.

Cada centímetro dessas favelas têm um segredo, onde são escondidos todos os tipos de coisas. Drogas, armas, dinheiro, documentos… todos tesouros da ilegalidade.

Considero essencial a operação de limpa nos morros do Rio e um sucesso, mas tomaram a decisão um pouco tarde.

Em apenas um dos milhares de problemas num país tão carente e precário em muitos sentidos, o crime se torna, como quase todos os outros, um problema social.

A paisagem do Complexo do Alemão mistura facínio e miséria. Casas encavaladas, falta de rede de água e esgoto, problemas sociais infelizmente comuns tanto no Rio, como na maioria das metrópoles do país. Favelas não deveriam existir e o nordestino não deveria precisar vir para as cidades maiores por uma vida melhor.

Escrevi este artigo porque este é mais um problema que tem absolutamente tudo a ver com os meus outros textos abaixo. O culpado, o governo.

October 22, 2010
Campanha sem política

Os últimos dias de campanha dos presidenciáveis José Serra (PSDB) e Dilma Rousseff (PT) têm sido uma verdadeira brincadeira de criança. Para começar, os candidatos começaram com as propagandas na TV simplesmente agredindo um ao outro em vez de apresentar suas propostas e pedir voto ao eleitor. Serra usou a relação e a proteção que Dilma deu à Sarney durante o escândalo dos desvios de verba e as contas no exterior, e Dilma ficou sempre na mesma tecla da privatização que o candidato fez com empresas estatais durante seu governo. Virou um enforca-enforca.

Os candidatos simplesmente se atacam em todas entrevistas concedem.

E o caso da bolinha de papel? De fato, aconteceu. Lula deu uma entrevista em Campo Grande dizendo que Serra era um mentiroso e que o que o atingiu foi uma bolinha de papel, e que o candidato não esboçou reação no momento do impacto. De fato. Mas o que aconteceu 15 minutos depois? O tucano foi atingido por outro objeto, filmado por um repórter da Folha de São Paulo e dessa vez sólido e pesado, o que o deixou ‘tonto’, segundo ele. Não precisavam fazer tanta tempestade em copo d’água, mas a essa altura do campeonato, não? Tudo é válido. Quem perdeu com o episódio foram os dois. Cabos eleitorais e os petistas saíram como agressores e os tucanos como ‘frescos’ e caluniosos.

Uma baita de uma sacanagem, não acham? Não acho que as campanhas só de baseiam nisso, mas, apesar de considerarem uma das eleições mais tranquilas de todas, não existe conteúdo. Eu, particularmente, estou decepcionado. Em uma eleição onde a candidata se apoia no ombro do presidente para se eleger e o candidato tenta se eleger com insistência em defeitos e problemas do outro, prefiro o nulo.

October 7, 2010

October 5, 2010
Surpreendente ou esperado?

Bom, vamos lá…

As eleições 2010 surgiram como um balão de oxigênio para a mídia, que, até então, só falava de Brasileirão 2010, Vanuza e Restart. Na política, como já disse no texto anterior, também tivemos seres de grande popularidade e carisma, se assim posso colocar…

Tiririca, o deputado federal mais votado. Esperado. Com a avalanche de visualizações no YouTube sobre seus comerciais e a forte ênfase que a mídia deu-se ao palhaço, Tiririca já sabia que seria um dos mais votados. Esperamos que faça alguma coisa.

Netinho, candidato no Senado, ia muito bem nas pesquisas, mas acabou levando um “nocaute” da concorrência e foram eleitos Aloysio Nunes e Marta Suplicy em SP. Vai voltar para os “manos” de Alphaville.  

Agora os candidatos à presidência. Ah, que adrenalina! Urna por urna, voto por voto, Marina se mostrou tão importante quanto qualquer um dos outros dois líderes nas pesquisas. Marina virou o trunfo imediato para o segundo turno, onde, na minha opinião, será eleito quem apoiar.

E quem diria que o PV se tornaria tão importante, ein ? Crescendo surpreendentemente nas pesquisas, dobrando seus votos, o Partido que defende o ambientalismo simplesmente definirá as eleições.

Que venha o dia 31 de outubro e que Marina apóie o candidato que achar conveniente e melhor para o Brasil. Porque no Brasil é assim: “Se não tem tu, vai tu memo”. 

October 1, 2010
Blá, blá, blá

Debates, pesquisas, manipulações, Ficha Limpa, promessas, opositores, oposição, oportunidades, opressão. Voltemos, cansemos, queremos ? Política, política, política.

Esse assunto já cansou vocês ?

“Eu vou aumentar o salário mínimo, criar mais empregos, melhorar a educação e a saúde.” Talvez mentir seja uma questão de costume, ou estratégia, ou falta de vergonha na cara. (?) De qualquer forma, mentimos com o objetivo de conseguirmos algo.

Omitir informações, negar fatos ou até talvez iludir o receptor. O blá, blá, blá nos debates da TV aberta sempre foi primordial, e neste ano não podia ser diferente. Mas esse ano teve uma diferença: Não tínhamos bobos da corte no palanque, apimentando as perguntas e respondendo outras perguntas com próprias perguntas.

Grande Plínio… o homem do 50. Por 1 não chega no Lula… Plínio, consciente de que não tem a menor chance de ser eleito, decidiu queimar o filme (que já é queimado) de todo mundo. E o brasileiro gosta, hein ? Com citações engraçadas é até uma confissão de que “se perdeu no assunto”, Plínio alegrou os debates das eleições de 2010.Sem esquecermos dos comerciais do Tiririca, é claro. (“Ô candidato Lindju!”).

Sendo assim, as eleições 2010 foram, do mesmo modo, a cara do Brasil: Um circo. Mas, ao contrário do grande espetáculo da comédia, a platéia aqui não é platéia; somos os palhaços.

September 30, 2010
O Diplomata, a Guerrilheira e a Ambientalista

Passando pela última semana de campanha dos candidatos à presidência da república, além de governadores, senadores e deputados, tive um leve Déjà vu, onde haveria várias manifestações de protesto, vários escândalos de corrupção e uma economia fraca. 

Ah, sim! Eu já vi isso. Talvez há dez anos atrás, quando o brasileiro não podia comprar um quilo de carne para jantar no domingo, ou agora, onde o Brasil foi cercado por escândalos e corrupção. Está aqui, embaixo do nosso nariz. É engraçado como esquecemos rápido das coisas. 

O Diplomata só favorece os ricos. Tudo bem que “contribuiu” com a educação, a saúde. Levou “apostilas” às escolas públicas no estado de São Paulo. Imaginou ? Ironia.

A Guerrilheira vangloria seu apoio ao atual presidente, na auxiliação de projetos para a família brasileira. E os nordestinos, um povo técnicamente pobre, se contenta em ganhar tão pouco e acaba ‘vendendo’ seu voto por um prato de arroz e feijão. 

A Ambientalista, mesmo com um fraco poder de popularidade até então, vêm crescendo nas pesquisas e incomodando os candidatos com a tal da #ondaverde. Como secretária do meio ambiente, exerceu um papel distinto. Falou quando tinha que falar. Mas não vivemos só de árvores. Não comemos folhas. 

Seja como for, os candidatos insistem em dizer o que fizeram e ocultar o que não. Na maior e mais inocente das estratégias, o brasileiro cai.

Abram os olhos. Podemos começar uma nova era, de um novo governo, ou simplesmente continuar assim… É, assim.

“É, Brasil, democracia por aqui é prejuízo. Aqui manda quem pode e obedece quem tem juízo”. 

September 29, 2010

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